A Suprema Corte na segunda-feira (4 de maio de 2026) emitiu notificação ao Governo da União e aos Estados sobre várias petições contestando o Lei de Alteração de Pessoas Transgênero (Proteção de Direitos), 2026.
As petições argumentam que a lei alterada levanta a questão basic se o Estado, através do instrumento legislativo, poderia definir a identidade sexual de uma pessoa e “ao fazê-lo, substituir a identidade vivida, autónoma e autopercebida de um ser humano pela sua própria classificação biológica ou sociomédica”.
Publicado – 04 de maio de 2026 11h54 IST